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no Brasil a uma semana. a viagem foi ótima, apesar de cansativa ao extremo. bebê fez jus ao seu sol/lua/ascendente em sagitário e foi uma grande companheira de viagem. já consigo ver a gente de mochila nas costas excursionando pela Europa, num futuro não muito distante.
família, comida gostosa, cerveja Xingu e internet discada. volto assim que der. | |
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| You Are 22% Evil |  A bit of evil lurks in your heart, but you hide it well. In some ways, you are the most dangerous kind of evil. |
sim, eu seria mesmo o pior tipo se tivesse o coração voltado prá maldade. sou uma das pessoas mais cínicas que conheço. | |
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esse fim de semana, numa de minhas eternas auto-análises, fiz uma descoberta importante.
descobri que tenho um terrível bloqueio em desejar coisas. que me sinto culpada por desejar, e mais ainda por obter aquilo que desejo. e que por conta disso estou sempre aceitando o pior, ou deixando que os outros decidam por mim, ou simplesmente achando mais confortável não pedir e desejar platonicamente. pois eu mesma tenho medo das coisas que quero para mim mesma, ou de perder o amor por querer algo que para os outros pode significar um aborrecimento qualquer.
então me lembrei de como, quando éramos crianças, minha mãe nos negava o direito de escolha, o direito de desejar. amedrontada talvez pela possibilidade de que nos tornássemos crianças cheias de vontades, que fazem pirraça por causa de um doce de padaria, ela nos podava logo de saída. se saíamos para visitar alguém, por exemplo, de cara éramos avisados, em tom severo, "fique no seu lugar, e não peça nada". aquilo ressoava em nossas cabeças como um mantra. sinto até hoje o desespero que me dava todas as vezes que precisava ir ao banheiro e não conseguia pedir. ficava apertando as perninhas e segurando o xixi, até que minha mãe notasse e me levasse ao banheiro. essa paranóia foi me acompanhando à medida que eu crescia. o resultado foi que me tornei uma criança - e um adulto - muito pouco combativa, que não corria atrás do que queria por sentir culpa por querer, deixava sempre pros outros. daí que todas as vezes que desejo algo bom para mim, tem sempre aquela vozinha do capeta me dizendo que não pode, que está errado.
quanta coisa boa perdi na vida, quanta coisa poderia ter sido e não foi simplesmente porque eu não me permiti. quanto ressentimento acumulei - e continuo acumulando - por sempre me contentar com o que os outros queriam me dar, geralmente muito aquém das minhas necessidades.
e agora que detectei isso, quero mudar. ainda não sei como. mas quero começar a exercitar um pouco mais de autonomia da minha vontade. trocar o "o que você escolher prá mim está bom" por "eu quero".
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bebê está bem melhor, brincando, tagarelando muito - e alto! - e correndo pela casa no andador. me diverti horrores esse fim de semana vendo-a correr atrás da gata. crianças não deveriam ficar doentes nunca.
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pensando em mudar esse Livejournal prá Friends Only. tá certo que não tenho muitos amigos na lista, e também não fico adicionando ninguém - mas também esse não é o objetivo de escrever aqui. esse LJ é algo mais pessoal e eu queria ter mais controle sobre quem lê meus textos. vamos ver. | |
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eu agora tenho 37 anos. e começando a colecionar aniversários ruins.
minha filha ficou doente de novo. acordou com febre justo no dia do meu aniversário, quando meu marido resolveu tirar folga e me levar prá almoçar e ter um dia legal. a febre piorou rápido, e no domingo não deu mais prá esperar. no pronto socorro, diagnosticaram pneumonia. não sabemos como ela contraiu, mas, com a vida "anti-social" que levamos, só pode ter sido semana passada, na casa dos avós. foi uma semana movimentada, em que fomos a vários lugares e vimos várias pessoas diferentes. sorte que conseguimos pegar a doença em seu estágio inicial, o que torna a cura mais fácil e rápida.
passei o fim-de-semana meio morta. não vinha dormindo direito desde quinta-feira, parece que eu sabia que algo estava para acontecer. hoje sinto-me um pouco mais forte, depois de saber o que ela realmente tem - incerteza é uma tortura - e ter os recursos para tratar. a enfermeira disse que até quarta ele deve estar bem melhor. tomara. ver seu bebê brincando e tagarelando num dia e em outro vê-lo apático, sem o habitual sorriso, é de esmigalhar o coração.
prá conhecer o céu e o inferno ao mesmo tempo é só ter um filho. | |
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oh i miss the kiss of treachery the shameless kiss of vanity the soft and the black and the velvety up tight against the side of me and mouth and eyes and heart all bleed and run in thickening streams of greed as bit by bit it starts the need to just let go my party piece
oh i miss the kiss of treachery the aching kiss before i feed the stench of a love for a younger meat and the sound that it makes when it cuts in deep the holding up on bended knees the addiction of duplicities as bit by bit it starts the need to just let go my party piece
but i never said i would stay to the end so i leave you with babies and hoping for frequency screaming like this in the hope of the secrecy screaming me over and over and over i leave you with photographs pictures of trickery stains on the carpet and stains on the scenery songs about happiness murmured in dreams when we both us knew how the ending would be...
so it's all come back round to breaking apart again breking apart like i'm made up of glass again making it up behind my back again holding my breath for the fear of sleep again holding it up behind my head again cut in deep to the heart of the bone again round and round and round and it's coming apart again over and over and over
now that i know that i'm breaking to pieces i'll pull out my heart and i'll feed it to anyone crying for sympathy crocodile cry for the love of the crowd and the three cheers from everyone dropping through sky through the glass of the roof through the roof of your mouth through the mouth of your eye through the eye of the needle it's easier for me to get closer to heaven than ever feel whole again
i never said i would stay to the end i knew i would leave you with babies and everything screaming like this in the hole of sincerity screaming me over and over and over i leave you with photographs pictures of trickery stains on the carpet and stains on the memory songs about happiness murmured in dreams when we both of us knew how the end always is...
how the end always is...
The Cure, Disintegration - sentindo...:melancholy
- ouvindo...:a mesma
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e tinha essa coisa que eu ainda não conhecia, mas da qual passei a experimentar o horror: filho doente. minha bebê teve uma febre de causa obscura, que começou no sábado e se estendeu até a segunda-feira. oscilando entre 100 e 102 F, o que dá mais ou menos uns 37 a 38 graus C. o médico disse que ela apanhou uma virose (definição que para mim é um rótulo para tudo o que não se sabe a causa). ate´que faz sentido, já que na sexta passada acordei com dor de garganta e sintomas de gripe, por conta do clima maluco desses dias.
só que eu tenho uma opinião diferente. prá mim, ela está é com sintomas claros de que os primeiros dentinhos estão para despontar. além da febre, que os médicos não admitem ser sinal de dentinhos chegando, a despeito do que dizem a maioria das mães, ela está muito irritável, mais manhosa do que o normal, e não quer saber de ficar longe de mim. ontem à noite chorou por mais de uma hora quando a pus na cama, tanto que acabou por vomitar a alma. à uma da manhã, exausta e me sentindo doente, eu estava trocando lençóis e preparando uma mamadeira-calmante de emergência. ela só dormiu quando finalmente a carreguei prá cama comigo, e às 4 da manhã acordava novamente, chorando um choro diferente, de quem sofria alguma dor. foi uma noite de pesadelo. tive a sensação de estar de volta às primeiras semanas de vida dela.
hoje ela parece normal, e até dormiu melhor à noite, apesar de ter acordado às 2 e meia da manhã querendo colo (que eu não dei, em nome de certas medidas disciplinares) e se esgoelado por uma hora. é um alívio vê-la voltar à sua rotina e comportamento normais. até isso acontecer a gente pensa tudo de ruim.
e pensar que o episódio foi só o primeiro de uma série... espero sair com vida disso tudo.
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meus sogros estão vindo buscar a gente na semana que vem. vou passar uma semana na casa deles com a Belle, que anda muito anti-social e precisa de uns dias numa casa diferente. embora isso não seja para mim exatamente sinônimo de descanso, vai ser bom. estou ficando doente com a mesmice rotineira, um dia sempre igual ao outro.
antes, preciso ir ao médico pegar uma receita de um tranqulizante qualquer. ando com os nervos à flor da pele, muito ansiosa e com a horrível sensação de desrealização. tenho medo de que meu grau de tolerância esteja baixo a ponto de me fazer perder a cabeça com os exageros da minha sogra. | |
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meu primeiro Dia das Mães foi uma delícia. nada complicado: um dia lindo, um cartão fofo, telefone com a família, pizza e boa cerveja. havia uma vibração boa no ar, de felicidade pura e simples. foram 36 anos prá aprender que família é a melhor coisa da vida. graças a meu marido e minha filha me tornei uma pessoa melhor, mais tolerante e generosa. tarefa difícil está sendo aparar as arestas do meu orgulho - pode nem parecer, mas como toda pessoa com leão no meio, eu sou orgulhosa sim, e muito. mas eu vou chegando lá devagar. e só tenho a agradecer à esses dois seres. + uma vez li por aí que, para ser boa mãe, é preciso ter o "chip" da maternidade, o que não é atributo de todas as mulheres. não sei se concordo; a verdade é que se vê por aí tanta barbaridade cometida contra crianças, muitas vezes bebezinhos, pelas próprias mães, que chego a pensar que maternidade não é bem coisa da natureza, mas talento. maternidade é sobre quase esquecer-se em prol de outra pessoa, ter disposição até para abrir mão de sua vida se necessário. traz uma felicidade imensa, mas também muito labor. e meu conselho torto, depois de quase seis meses como mãe, é: seja-o apenas quando se sentir pronta para doar-se inteiramente. eu sempre gostei de criança. mas antes de ser mãe, não tinha idéia de como lidar com bebês, morria de medo de pegar, não sabia como ia lidar com questões delicadíssimas como cuidar do umbigo, manipular um corpinho frágil e sem firmeza, saber se o choro é de fome ou de dor. não sabia, mas também não tive medo; confiei no instinto (ele existe!) e fui em frente. e tudo deu super certo. as primeiras semanas foram difíceis, nem tanto pela inexperiência (que, a propósito, parecia nem existir), mas pelo sono e cansaço que se acumularam durante muitas semanas até eu conseguir finalmente ter cinco horas seguidas de sono por noite. tinha dias em que eu tinha vertigens de tanta exaustão. não tinha ninguém prá cuidar do bebê para que eu apenas dormisse um pouco, e me alimentei de feijão enlatado e ovo durante incontáveis dias, porque era tudo que eu tinha tempo e energia para preparar. tudo isso com o corpo magoado do parto, lutando para se recuperar, sangrando por quase um mês. é claro que ele se ressentiu, e o leite se recusava a vir do jeito que meu bebê precisava, acabando por secar antes que ela completasse dois meses. mas também haviam as ondas de felicidade, as lágrimas fáceis todas as vezes que eu olhava prá ela e via o rostinho rosado e tranquilo, sem acreditar que ela tivesse saído de dentro de mim. hoje eu a vejo rindo generosamente, me tocando o rosto e os cabelos, estendendo os bracinhos gorduchos para que eu a pegue, dando gritinhos de satisfação quando entro no quarto de manhã cedo, gargalhando de excitação por conseguir finalmente mover o andador. tudo se ilumina, se esclarece, e eu entendo o significado da maternidade. ainda não durmo como antes, nem consigo realizar muito durante o dia, mas e daí? meu mundo está tão cheio de amor que as outras coisas agora parecem ter perdido a importância. amor. é só o que conta. | |
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semana passada fez dois anos que me mudei para a América. aconteceu coisa demais num espaço de tempo tão curto. vim para cá debaixo de vários trânsitos de Saturno, e como ele, envelheci. um pouco por fora, sim. olho-me no espelho e vejo umas linhas que não estavam lá, uns cabelos brancos que antes me eram tão imperceptíveis quanto a possibilidade de, de repente, deixar de ser tão inoxidável. mas a maior mudança foi mesmo a de dentro. uma porção de coisas passou a ter pouca, ou nenhuma importância. eu não sei o que minha família e amigos vão achar de mim, não sei se as mudanças estão tão evidentes quanto os quilos a mais, mas de uma coisa eu sei: eu gosto muito da pessoa que sou hoje. com saudades de algumas coisas que não tenho conseguido ser ou viver, mas mesmo assim, feliz. + trechos de um antigo blog. "ano 35, e lá está o signo de escorpião como ascendente na minha carta solar*. com mais algumas configurações apontando para os mesmos significados. quero saber como vou morrer este ano. quero muito saber. morro muitas vezes, pequenamente. mas esta morte será grandiosa, significativa, a ponto de estar representada na carta solar de forma tão clara. talvez morra por dentro, talvez literalmente, talvez morra para os outros, ou talvez as coisas morram para mim. quem sabe. só quando a hora chegar. e não, talvez não esteja pronta." Setembro de 2004
"mantenho o relógio, porque estou numa fase muito saturnina, um acerto de contas comigo mesma, limpando as gavetas, a areia da ampulheta caindo, grão a grão, apontando que é quase hora... hora de perdãos, de despedidas, de pôr à prova alicerces já fincados na terra, para ver se são fortes mesmo ou se o primeiro vento os derrubará fácil...
ironicamente, poucas vezes na vida estive megulhada num momento em que sinto que o controle não está mais em minhas mãos, e isso assusta." Dezembro de 2004+ eu jamais pensei que algum dia pudesse dizer isso, mas hoje eu vejo os Estados Unidos como a minha casa. porque aqui é onde estão as coisas mais preciosas do meu mundo. aqui é onde está a minha paz.  - ouvindo...:The living dead, Suede
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os sogros estão mais uma vez aqui em casa. pela primeira vez não gostei de ver a rotina da gente quebrada, foi como se algo precioso estivesse sendo violado. a Belle sentiu um bocado também, uma vez que já está muito consciente de tudo. estranhou os avós, chorou por um bom tempo e dormiu mal à noite. e quando ela dorme mal, minha noite vira um desastre, porquê eu nunca consigo dormir assim que volto prá cama, geralmente fico rolando por bem mais de uma hora. e, consequentemente, o dia seguinte é ainda pior, tenho que lutar muito contra o mal humor e o cansaço.
mas o pior de tudo é aturar certas coisinhas. além da melação com a neta, que é um saco mas a gente até perdoa (meu marido tem que tomar duas doses de vodka todos os dias prá conseguir aturar) tem as atitudes deles. eles não sabem nada da rotina da neta, não estão aqui 24 horas prá saber o que acontece, como ela se comporta, como ela é. daí que ficam dando pitaco o tempo todo e ignoram completamente o que eu digo, como se eu fosse um nada. se a menina resmunga por inquietude, sono ou fome, ou mesmo porque quer ficar com a mãe, o que é muito natural, eles insistem em ficar forçando brincadeiras e dizem que a menina está doente ou com dor nas gengivas (ela está na fase em que os dentinhos começam a despontar). e eu atrás dizendo, "não é nada, ela está só com sono". adianta? dá vontade de berrar. eu me afasto e fico na minha, só ouvindo o choro aumentar gradativamente, o coração partindo, e eles perdidos, se perguntando "você acha que ela está doente? você acha que ela está sentindo alguma dor?", até acabarem fazendo o que eu havia falado mil vezes e o choro cessar.
eu adoro os meus sogros. mas detesto as atitudes deles em relação à neta. na verdade, é mais a minha sogra, que é obcecada pela menina. sinto que às vezes ela tenta me anular como mãe, o que talvez nem seja intencional, mas agride, mesmo assim.
engraçado é ouvir, depois de finalmente tê-la resgatado para uma mamadeira e vê-la se acalmar e cochilar merecidamente nos meus braços, "oh, ela fica muito melhor com você do que com a gente". oh, por quê será, hein?
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a depressão na qual mergulhei dias atrás passou. são todas essas coisas que vão acumulando aqui dentro, como num armário. às vezes, a porta fica difícil de fechar. qualquer dia o trinco quebra e aí eu quero ver.
a viagem ao Brasil se torna cada vez mais concreta. os medos vão diminuindo, que bom. preciso me permitir ver o lado bom das coisas novamente, eu sei. mas eu tenho um monte de feridas abertas que estão diretamente ligadas ao lugar onde eu morava e à minha família, e eu não sou muito fácil de sentir que está tudo realmente ok, mesmo depois de ter enterrado as coisas. | |
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acordei triste. estou sem apetite e só tenho vontade de deitar abraçada com meu bebê.
minhas costas estão em cacos. temo não poder fazer certos movimentos muito em breve. por enquanto, compressas quentes à noite para dar uma força. se eu voltar a ter crises sérias de lombalgia não sei como vou dar conta de tudo por aqui.
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estou de dieta já a quase três semanas. a perda de peso não tem sido muito significativa. a primeira vez que fiz a mesma dieta perdi uns quatro quilos logo nas duas primeiras semanas. dessa vez, a coisa está custando a engrenar: pouco menos de 2 quilos até agora. pelo menos a barriga já está bem menos proeminente. de gordura de gravidez a gente não se livra assim tão fácil. li que o corpo leva aproximadamente 6 meses prá se recuperar completamente nesse caso, e que uma dieta não deve levar a uma perda de mais de 1 pound (umas 450 gramas) por semana, pois o corpo ainda precisa de calorias para se recuperar. é preciso um tempo de 6 a 8 meses para que o peso volte ao normal. fiquei mais aliviada e menos exigente comigo mesma depois que li o artigo.
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conversei com meu irmão e ele me deixou mais aliviada em relação às minhas paranóias sobre a viagem. eu concordo, a minha mente às vezes fabrica coisas demais.
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temperatura caindo novamente, previsão de mais ou menos -2C para o fim de semana. tempo louco o desse lugar. o Will tinha desligado o aquecedor mas teve que religá-lo. tínhamos finalmente transferido o bebê para o quarto novo, mas voltamos com o bassinet para a sala, que é mais quentinho. espero que essa queda de temperatura não custe muito a passar. - Tags:cotidiano
- sentindo...:gloomy
- ouvindo...:There's a light that never goes out, Smiths
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